O São Francisco já iniciou os trabalhos para o Campeonato Paraense 2013. O clube santereno vai ser comandado novamente pelo treinador Osvaldo Monte Alegre, que já recebeu o elenco.
A equipe mantém a base do Parazão 2012. Na reapresentação, as novidades foram o goleiro Diego, ex-Bragantino e São Raimundo, e o zagueiro Alemão, que vem do futebol de Monte Alegre.
As ausências ficaram por conta do zagueiro Perema, que está com catapora, além do meia Sidvan e do atacante Elielton, que devem se apresentar nesta quinta-feira. Já o zagueiro Tales e o atacante Calebe devem começar os treinos sexta-feira.
A diretoria está negociando para anunciar nos próximos dias as contratações de um lateral-direito, um esquerdo, um meia e um atacante.
Nesta quinta-feira, o São Francisco deve realizar trabalhos em dois períodos, em Estrada Nova. A estreia da equipe está marcada para o dia de janeiro, contra o Paysandu, a partir das 16h, no estádio da Curuzu, em Belém.
Confira o elenco atual do São Francisco
Goleiros: Jader, Diego e Bruno Juruti
Laterais: Anderson, Gabriel e Jackinha
Zagueiros: Aldair, Perema, Tales, Júnior, Diego Tapajós e Alemão
Volantes: Kiko, Alef, Diego Carioca, Delson e Boquinha
Meias: Caçula, Sidvan e Ricardinho
Atacantes: Elielton, Calebe e Jânio sub-20 (ex- São Raimundo)
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Vice-governador destaca crescimento do Estado
São 120 estandes em uma área de 8.500 m². O evento também oferece mais de 200 oportunidades de capacitações ao público através de workshops, palestras, oficinas, encontros e seminários, que acontecerão de 12 a 15 de dezembro.
Estabelecidas metas do Programa de plantio de florestas
A base do programa que vai fortalecer os polos industriais de florestas plantadas no Pará já está definida. O trabalho foi concluído nesta quarta-feira, 12, na oficina promovida pela Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri) e Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa).
A partir do fortalecimento da cadeia produtiva, o Governo do Estado pretende estimular a instalação de indústrias e desenvolver o setor madeireiro. As metas do programa serão implementadas até 2030.
A integração das instituições públicas, o desenvolvimento tecnológico, a organização da cadeia produtiva, a garantia jurídica para os investimentos e o envolvimento da agricultura familiar estão entre os principais eixos que sustentam o Programa Estadual de Florestas Plantadas. O engenheiro agrônomo Sergio Cordioli, especialista em economia rural do Rio Grande do Sul, que ministrou a oficina, vai redigir e enviar o programa para os últimos ajustes, a serem realizados por um grupo de trabalho, antes da aprovação do governo.
O Pará possui 71% de seu território formado por florestas nativas que precisam ser preservadas. As áreas de florestas plantadas são somente 300 mil hectares, o que é muito pouco para atender o setor madeireiro. Outros 14 milhões de hectares são de áreas degradadas, que serão incluídas no processo produtivo. Até 2020, o Plano de Agricultura de Baixo Carbono do Pará prevê a recuperação de mais 200 mil hectares com o plantio de florestas.
A partir do fortalecimento da cadeia produtiva, o Governo do Estado pretende estimular a instalação de indústrias e desenvolver o setor madeireiro. As metas do programa serão implementadas até 2030.
O Pará possui 71% de seu território formado por florestas nativas que precisam ser preservadas. As áreas de florestas plantadas são somente 300 mil hectares, o que é muito pouco para atender o setor madeireiro. Outros 14 milhões de hectares são de áreas degradadas, que serão incluídas no processo produtivo. Até 2020, o Plano de Agricultura de Baixo Carbono do Pará prevê a recuperação de mais 200 mil hectares com o plantio de florestas.
Fiscais da SEMA querem interditar loteamento Buriti
Fiscais da SEMMA, Secretaria de Meio Ambiente, desembarcam nesta 6a. feira, em Santarém.
A equipe chega de Belém com uma única missão: fazer a interdição administrativa do loteamento que a Buruti Empreendimentos constroi às margens da rodovia Fernando Guilhon.
A obra estaria sendo tocada de maneira irregular, com grandes deslizes ambientais e acintosa colaboração da Semma (Secretaria Municipal de Meio Ambiente)/governo Maria do Carmo.
Com a interdição, a Semma pretende brecar a venda dos primeiros lotes que a Buruti pretende fazer ainda essa semana.
De acordo com os estudos realizados pelo IBAMA, foi constatado que não há impacto ambiental na área.
A pergunta que não quer calar:
Quem são os verdadeiros interessados no embargo??
Seria relamente um interesse geral? coletivo? da população??
Serão as Ong´s??
A equipe chega de Belém com uma única missão: fazer a interdição administrativa do loteamento que a Buruti Empreendimentos constroi às margens da rodovia Fernando Guilhon.
A obra estaria sendo tocada de maneira irregular, com grandes deslizes ambientais e acintosa colaboração da Semma (Secretaria Municipal de Meio Ambiente)/governo Maria do Carmo.
Com a interdição, a Semma pretende brecar a venda dos primeiros lotes que a Buruti pretende fazer ainda essa semana.
De acordo com os estudos realizados pelo IBAMA, foi constatado que não há impacto ambiental na área.
A pergunta que não quer calar:
Quem são os verdadeiros interessados no embargo??
Seria relamente um interesse geral? coletivo? da população??
Serão as Ong´s??
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